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Vale do Jequitinhonha e Buriti: do barro à arte

Minas Gerais é o quarto maior estado brasileiro e o segundo mais populoso, logo atrás de São Paulo. Mas os superlativos não param por aí. O estado abriga algumas das mais belas paisagens naturais do país, além de um grande acervo histórico e cultural. Um bom exemplo é o Vale do Jequitinhonha e regiões próximas.

Localizado no nordeste mineiro, o Vale reúne grande parte dessas belezas. A região é famosa por seus contrastes: ao tempo em que é uma das mais pobres do Brasil, é também a mais rica. Essa riqueza, no entanto, não diz respeito ao financeiro, mas ao povo, a cultura e aos patrimônios históricos.

Conhecendo o Vale do Jequitinhonha

O Vale é formado por mais de 50 pequenos municípios, divididos em 5 microrregiões.  Dentre elas, uma se destaca, a Diamantina. A cidade de pouco mais de 47 mil habitantes conserva o charme e as memórias da colonização. Também por isso foi considerada pela UNESCO como Patrimônio Cultural da Humanidade.

Diamantina: berço de história e cultura

Diamantina já foi um pequeno povoado. Mas não demorou para que os primeiros diamantes fossem encontrados e ele se transformasse no maior centro de exploração de diamantes do Brasil no século XVIII. Com o ciclo do ouro e do diamante a cidade cresceu e se fortaleceu em torno do Rio Jequitinhonha. Aos poucos o povoado se tornou arraial. O arraial se tornou município, local de convivência entre pobres e ricos, escravos e forros.

Foi em Diamantina que aconteceu a famosa história de Chica da Silva. Ela e o contratador João Fernandes de Oliveira, um dos homens mais ricos do Brasil Colônia, se apaixonaram perdidamente. Viveram em uma casa imponente, onde tiveram 13 filhos. Juscelino Kubitschek, ex-presidente da república, também nasceu e viveu na cidade, onde há um museu em sua homenagem.

O resultado de tudo isso, após o fim do ciclo do diamante, é um dos centros históricos mais culturalmente ricos do país. Turistas de diversos lugares chegam para conhecer destinos como a Casa da Glória, a Igreja de São Francisco de Assis, a Praça JK, a Catedral Metropolitana e muitos outros.

Mas a cidade também oferece diversas opções para quem gosta de trilhas, campings e cachoeiras. Uma das mais conhecidas é a cachoeira do Sentinela que fica no Parque Estadual do Biribiri, localizado a 15 km de Diamantina. Outra opção é a Gruta do Salitre, a 9 km de Diamantina e que proporciona uma bela paisagem formada por ruínas, fendas e paredões.

Mas este é apenas o primeiro destino em um roteiro inesquecível pelo Vale do Jequitinhonha!

Campo Buriti

Passando por Buriti é possível conhecer e se encantar com o Campo Buriti, uma comunidade rural capaz de transformar o barro em arte através das ceramistas e se destacar no cenário nacional.

A comunidade está localizada no Médio Jequitinhonha, a cerca de 200 km de Diamantina, banhada pelo rio Araçuaí. É nessa região que principalmente as mulheres, por meio de mãos talentosas e hábeis, dão vida à incríveis peças, verdadeiras obras de arte. Moringas, filtros e objetos de decoração que representam o dia a dia e a realidade dessas mulheres podem ser encontradas, apreciadas e adquiridas por quem visita a comunidade.

Natureza e artesanato em um só lugar

Todo o Vale é rico em atividades de artesanato que acrescentam vida à paisagem sertaneja. Exemplo disso é a Comunidade de Campo Alegre, um pequeno povoado na região de Turmalina com mais de 80 artesãos e um museu comunitário onde as peças de cerâmica são expostas.

Como a prática é sempre melhor do que a teoria, o roteiro oferece a oportunidade única de vivenciar a produção do artesanato local. Assim, os participantes poderão socar, peneirar e moldar o barro, modelando-o como a imaginação permitir, tal como fazem os locais.

Na criação das cerâmicas, um dos momentos mais importantes é a queima, onde todo o trabalho torna-se firme e pronto para uso. Por isso, esse provavelmente será um dos pontos mais marcantes desta expedição. Pois os viajantes participarão da cerimônia de queima, onde todas as obras serão colocadas nos fornos, cercadas de muita celebração, moda de viola e um jantar tipicamente mineiro! As peças produzidas podem ser levadas, como lembrança dessa vivência especial.

Imersão no Vale do Jequitinhonha

Estes são apenas alguns dos principais destinos da expedição de 6 dias de imersão em cultura e arte. Certamente a passagem por cada um destes destinos fica eternizada na memória de cada um que embarca rumo ao. Um lugar tranquilo e bucólico que preserva suas memórias e tradições como ninguém.

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