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Cruzeiro pela Antártica

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Detalhes do roteiro

Nessa experiência de viagem, você irá vivenciar os dias sem noites, geleiras e icebergs azuis, proximidade com a vida selvagem como não se ouve falar em nenhum outro lugar do planeta, num encontro diário com baleias, focas, pinguins e outras tantas aves somados a paisagens com cores de todos os tipos da Antártica.

 

Preço sob consulta

Roteiro

1º diaUshuaia – Canal de Beagle – Cabo Horn

Primeiro encontro com a tripulação do Fernande no píer do clube AFASYN. Malas a bordo e aproveitar a última oportunidade de fazer compras pelas próximas 3 semanas. Documentação, carimbos e burocracia para a partida. Zarparmos para o leste pelo Canal de Beagle e guinamos para o sul passando pelo arquipélago do Cabo Horn. Em condições de tempo favoráveis seguiremos direto para a famosa Travessia do Drake até a chegada na Península Antártica. Mas se a previsão for de fortes ventos contra ou tempestade buscaremos abrigo no arquipélago. Caso a espera seja de um ou dois dias até que o sistema de ventos mude, é possível curtir caminhadas nas lindas paisagens da Terra do Fogo.

2º ao 4º diaTravessia do Drake

A América do Sul fica para trás e iniciamos a navegação da travessia do Drake. Este trecho de mar com extensão de 600 milhas náuticas (aprox. 1.000km) é famoso por suas tempestades e mares bravios, onde grandes ondas se formam e correm livres pelos Mares do Sul sem serem interrompidas por nenhuma massa de terra. Pode acontecer de a travessia de aproximadamente 3 dias se dar em mares totalmente tranquilos. Se for o caso, considere-se com sorte e aproveite os dias sem precisar de dramin. No entanto, é mais provável que enfrentemos um tanto de mar grosso e que algumas pessoas até percam o apetite na hora das refeições. Mas esse é um preço bem baixo a se pagar para finalmente aproveitar o que nos espera do outro lado do Drake. Quem avistará o primeiro Iceberg?

5º diaHannah Point

​Chegamos! – Aliviados jogamos o ferro (âncora), ventilamos o barco e preparamos o bote para a primeira descida em terra. Hannah Point está localizada na costa sul da Ilha Livingstone, com sua praia pedregosa e encosta arenosa, ideal para a exploração da vida selvagem. Centenas de pinguins gentoo e pinguins de barbicha fazem seus ninhos junto a meia dúzia de pinguins macaronis (o happy feet :). Elefantes marinhos esparramados, o biguá das shetland com seus olhos azuis, petreis gigantes, gaivotões antárticos e o mandrião do sul. No alto da encosta é possível avistar a Ilha Deception ao longe. Um borrifo de baleia não é incomum. Lindos icebergs povoam a vista.

6º diaIlha Deception

Navegação incrível pela entrada da cratera da Ilha Deception, que é um enorme vulcão inativo, caminhadas na encosta da Telefon Bay e visita à baleeira abandonada em Whalers Bay. Em condições favoráveis poderemos desembarcar em Bailey Head para visitar uma das maiores colônias do pinguim de barbicha de toda a Península.

7º diaIlha Enterprise

Navegação pelo Estreito de Bransfield para adentrar a porção norte do Estreito de Gerlache. Pela primeira vez avistamos o continente antártico. Rumando para o sul, paredes enormes de geleiras, cumes de montanhas se revelando por trás da névoa esbranquiçada. Toda a equipe se reveza em “turnos de gelo”, atentos para a necessidades de desviarmos dos icebergs e seus fragmentos à nossa frente. O abrigo para o pernoite é próximo da Ilha Enterprise. Aqui está um velho naufrágio, alaranjado de ferrugem e semi-afundado.

8º diaIlha Cuverville

Depois de passear de bote pela manhã, zarpamos para a Ilha Cuverville. A paisagem montanhosa do caminho é incrível, diversos icebergs flutuam no Estreito de Gerlache. Há grande chance de avistarmos mamíferos marinhos como focas caranguejeiras, leopardos marinhos e baleias jubarte. Chegando na Ilha Cuverville desembarcamos para visitar uma colônia de pinguins gentoo. Os ovos já eclodidos trazem o maravilhamento de ver a vida se multiplicando no verão. Possivelmente subiremos ao cume da ilha para visuais incríveis.

9º diaNeko Harbour

Localizado na Baía Andvord, cujo nome homenageia o navio da usina baleeira que operava na região entre 1911 e 1924 e costumava se abrigar aqui, os glaciares são cheios de gretas e o gelo se desprende e vai ao mar com frequência, um espetáculo. Pinguins gentoo, gaivotões antárticos e mandriões do sul se reproduzem em meio às cores de diferentes espécies de líquen. Aos mais animados, será possível arriscar o famoso tchibum polar!!!

10º e 11º diaBaía Paradise

Rumamos para a Baía Paradise e navegamos à procura de mamíferos marinhos. É bem possível avistarmos baleias minque e jubarte que costumam se aproximar para matar a curiosidade. A estação chilena Videla poderá ser visitada. Colônia de Gentoos e biguás em uma paisagem espetacular. Passamos a noite em Skontrop Cove, próximos a geleiras que desembocam no mar.

12º e 13º diaPorto Charcot

Navegação pelo Canal de Lemaire, vulgo Canal KODAK (quando as fotos eram em filmes!). Bastante estreito e com faces rochosas que atingem os 1000 metros de altura, apresenta por vezes icebergs encalhados no meio do canal. Ilha Peterman, Circumcision Bay – Pinguins gentoo, adelie e o biguá das shetland fazem seus ninhos. Abrigos, construções históricas e atividades científicas. Um labirinto de rochas, ilhas e icebergs encalhados formando o famoso Cemitério de Icebergs na Ilha Pleneau. Em boas condições de tempo é um dos melhores lugares para se ver o sol da meia noite.

14º diaEstação Ucraniana Vernadsky

Se houver condições favoráveis rumaremos ao sul para visitar a estação de pesquisa ucraniana Vernadsky, antiga estação inglesa Faraday. Diferentemente das outras estações aqui é possível beber vodka feita em casa no bar mais austral do mundo.

15º diaPort Lockroy

Rumamos norte para uma das paradas mais bonitas da viagem. É bem provável que encontremos outros veleiros ou navios de cruzeiro. Bela vista da cadeia de montanhas Fife. Visita à estação Port Lockroy, estabelecida em 1944, operada até 1962 e retomada em 1996, um ponto histórico, um museu a respeito do tratado antártico. Operado pela Inglaterra, é o único correio da Antártica. Um abrigo e diversos artefatos podem ser vistos na ilha Doudier, assim como muitos pinguins gentoos. Conforme mantemos a distância mínima de 10m dos pinguins para obedecer as diretrizes do Tratado Antártico, é surpreendente ver que eles não dão bola pra isso pois ficam quase aos nossos pés e botam seus ovos bem no caminho que leva até a estação. Visita a Jougla Point: Gentoos, Biguás, Gaivotões, Mandriões, focas de weddel e um esqueleto de baleia completamente reconstruído.

16º diaBaía Dallmann

Seguimos em direção à Ilha Gamma, parte das Ilhas Melchior, uma área rica em nutrientes onde há grandes chances de avistamento de jubartes e, se tirarmos a sorte grande, orcas. É possível subir ao cume da ilha e ter a última vista da Antártica entre as ilhas Brabant e Anvers. Preparação para o Drake. Abastecimento de àgua, estivar o bote e preparar o barco e as pernas para o modo navegação em mar bravio.

17º ao 20º diaTravessia do Drake

A percepção da travessia agora é outra pois já estamos acostumados. Aves marinhas nos acompanham novamente, rumamos para o Cabo Horn. É delicioso avistar esta face escarpada novamente, sentir o cheiro da mata, flores, as ondas quebrando nas rochas. Não é por acaso que este Cabo é tão famoso. Cansados mas felizes, seguimos rumo norte até o Canal de Beagle.

21º diaUshuaia

Rumamos para o oeste para chegar em Ushuaia pela manhã, golfinhos nos recepcionam no último trecho do Beagle, poderemos avistar lobos marinhos. Fazer as malas, mais burocracia e carimbos com a marinha argentina. Jantar de despedida de noite.

Fotografias