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Elevação Budista

China, Nepal, Butão

Informações

Com montanhas nevadas, lagos sagrados, povoados de cultura rica e um templo mais lindo que o outro, o Tibete permeia o sonho de amantes da natureza do mundo todo. Afinal, em sua fronteira com o Nepal ergue-se o Monte Everest, a montanha mais alta do planeta, com 8.848 metros. Essa região autônoma tem sua história de mais de 2 mil anos ligada ao budismo e a lutas pela independência. Desde que foi invadida e anexada à China, em 1959, seu líder espiritual e governador, o Dalai Lama, está exilado em Dharamsala, na Índia. Ainda assim, a capital tibetana, Lhasa, localizada a 3,7 mil metros de altitude, preserva suas raízes em lugares como o Monastério Jokhang, de 647 d.C., o mercado de rua Barkhor e o Palácio Potala, em meio a crescentes influências da China atual.

Deliciosa mistura de templos seculares e restaurantes cosmopolitas, de montanhistas com roupas hi-tech e pós-hippies que parecem saídos do Woodstock. Kathmandu, a capital nepalesa é base não só para explorar os antigos reinados vizinhos, mas todo o país.

Escondido do mundo entre o Tibet e a Índia, à sombra do Himalaia e quase vetado ao turismo, o Butão, o "país do Dragão Trovejante" é o protótipo do país-shangrila; provavelmente, o único. As montanhas são imponentes, as florestas quase intactas e o povo, deliciosamente ingênuo, ainda.

Período

19 dias / 18 noites

Roteiro

Dia 1 PEQUIN
Chegada, recepção no aeroporto e traslado ao hotel.

Dia 2 PEQUIN
Pela manhã, uma caminhada sobre a muralha da China, construída com o intuito de deter invasões vindas do norte. À tarde, explora-se o Palácio de Verão.

Dia 3 PEQUIN / LHASA
Pela manhã, traslado ao aeroporto e embarque para Lhasa. Chegada, recepção no aeroporto e traslado ao hotel. À tarde, a título de aclimatização à altitude, saída para um passeio leve, visitando Norbulinka, o palácio de verão do Dalai Lama.

Dia 4 LHASA
Pela manhã, subida ao Palácio de Potala, grande centro de peregrinação Tibetana, e visita aos aposentos pessoais do Dalai Lama. À tarde, o grupo será recepcionado por uma família Tibetana de classe média, em sua própria casa.

Dia 5 LHASA
Pela manhã visita a Drepung, o maior Monastério Budista-Tibetano do mundo. Os monges são receptivos, e o grupo visita áreas restritas, tais como, a cozinha do monastério. Tarde livre para explorações individuais.

Dia 6 LHASA / GYANTSE
Aqui começa a grande aventura: Lhasa-Kathmandu, em jipes! Rumando para o interior do Tibet ao longo do dia Yamdrok e de geleiras quase ao "alcance da mão", atinge-se Gyantse, pequena e preservada, no melhor estilo tibetano. Este dia envolve altitudes maiores que 5000 metros. Após o alojamento no hotel, visita à "Stupa" poligonal de Gyantse.

Dia 7 GYANTSE / SHYGATSE / XEGAR
Partida pela manhã para Shigatse (3900 m), a 2ª maior cidade tibetana. Sua maior atração é o Tashilhumpo, monastério sede do Panchen Lama, a segunda personalidade eclesiástica do budismo tibetano, logo abaixo do Dalai Lama. Imenso e dominante, o monastério é dos melhores. Continuação em direção ao monastério de Sakya, isolado do resto do mundo em pleno platô tibetano. Chegada ao hotel em Xegar e acomodação. Este dia envolve altitudes maiores que 5000 metros.

Dia 8 XEGAR / EVEREST BASE CAMP / NYLAN
Hoje é dia da grande travessia do Himalaia. Se você acha que o dia anterior teve mudanças dramáticas de ambiente, espere só para ver hoje. Logo pela manhã, nossa rota vira para o sul, correndo diretamente para a face norte do Himalaia, até monastério de Rongbuk. Extremamente isolado a cerca de 5.000 metros de altitude, de frente para o Rongbuk Glacier e literalmente nos contrafortes do Monte Evereste, o monastério tem sido ponto de partida de todas as expedições à face norte do Monte Evereste. O campo base está um pouco mais adiante e chegar até ele é uma questão a ser resolvida no local, pois depende inteiramente do humor do oficial do exército chinês ali estacionado. Uma vez dada as costas ao Evereste, gastamos meia tarde para atingir Nylam (3700 m), nosso local de pernoite.

Dia 9 NYLAN / KATHMANDU
Pela manhã, a vastidão árida do Tibet cede lugar ao verde exuberante do lado sul da cordilheira, repleto de rios e cachoeiras. Este dia, desde que iniciado bem cedo, envolve uma caminhada de 3 horas (não obrigatória) em meio a um cenário deslumbrante. Travessia da ponte Kodari - fronteira entre a China e o Nepal, por tantos anos proibida - no início da tarde. De geografia marcada por vales profundos e montanhas imensas, o trajeto até Kathmandu é inebriante. Chegada em Kathmandu ao final do dia.

Dia 10 KATHMANDU
Pela manhã, visita a pé ao núcleo de Kathmandu - a Durbar Square - um complexo de templos e palácios medievais de grande exotismo por onde parece passar, todos os dias, boa parte da população do vale, em si só atração sufuciente. O tour continua em Patan, a antiga capital do vale, com sua própria Durbar Square. À tarde, subida ao principal monastério budista do Nepal, Swoyambunath, no topo de uma colina, de onde os olhos de Buda observam todo o vale de Kathmandu. Também conhecido como templo dos macacos por motivos óbvios, Swoyambunath é um grande complexo de templos e mosteiros, com monges, devotos e fotógrafos amadores em plena ação.

Dia 11 KATHMANDU
Partida pela manhã para Bakhtapur, na extremidade norte do vale. Incrivelmente preservada em seu ambiente medieval, Bakhtapur foi o local escolhido por Bertolucci para cenário de "O Pequeno Buda". De volta a Kathmandu, visita ao complexo templário hindu de Pashupatinath, onde acontecem os rituais de cremação. É o templo de Shiva mais importante do mundo, e um dos lugares mais místicos de toda a Ásia. As colinas ao redor do santuário principal às margens do rio Bagmati - afluente do Ganges e não menos sagrado - estão repletas de oratórios por onde perambulam devotos em diversos graus de volatilidade em relação ao mundo real. A fumaça das piras e o badalar insistente dos sinos imprime um ar de raro surrealismo. Do Pashupatinath segue-se para Boudanath, o grande centro de budismo tibetano no Nepal. A stupa central - grande santuário em forma de cone - é enorme, domina todo o bairro, e dita o fluxo de peregrinos em torno de si, no sentido horário. Você vai sentir-se no Tibet, antes de voltar para uma meia tarde livre em Kathmandu.

Dia 12 KATHMANDU / PARO / THIMPHU
Manhã livre. À tarde, traslado ao aeroporto e embarque para Paro. Chegada em Paro e partida para Thimphu (2700 m) numa viagem de 1,5 h. Acomodação.

Dia 13 THIMPHU
O dia é totalmente dedicado, manhã e tarde, à exploração - majoritariamente a pé - de Thimphu. São vários os locais visitados: o Voluntary Artist Studio (com os artistas em plena atividade de restauração de obras); a rua principal onde a vida cotidiana fervilha; o Textile Museum (com coleção impressionante e única patrocinada por Sua Majestade); a Escola de Pintura (onde você invade a aula das crianças); o Takin Zoo (vamos ver um takin? só existe naquela região; pesa 350 kg e parece uma cruza de gnu com vaca, cabra e yak); subida a um ponto vantajoso para uma visão panorâmica do vale. Além de tudo isso, no entanto, o primeiro dia no Butão revela outro fator, por sua vez marcante a extremos, que será verificado dia após dia ao longo da jornada pelo interior do país: o povo butanês parece viver uma harmonia simples, quase teórica. Tradições e modos de vida estão razoavelmente intactos, budismo e monarquia parece se entenderem bem, o país é lindo, o desenvolvimento parece coerente e construtivo e o povo parece feliz. Terá o isolamento total por séculos o seu porquê?

Dia 14 THIMPHU / PUNAKHA
Um explorador não se satisfaz com a sala de visitas, e tem que ir Butão adentro. Partida pela manhã para a antiga capital, Punakha (2 hr). O caminho é permeado de bosques de magnólias e rhododendros e a estrada tem um ponto culminante, o passo Dochu La (3140 m) que nos remete de volta ao Himalaia. Dele se vê 8 montanhas de primeira grandeza, 7 delas maiores que o Aconcágua. De lá a estrada mergulha para o vale de Punakha, onde a "baixa altitude" (1350 m) permite o cultivo de frutas não condizentes com os picos nevados logo ali. Coisas da face sul do Himalaia. A confluência de dois rios cria no vale a situação perfeita para o Punakha Dzong. Fortalezas típicas do Butão, os dzongs são a própria alma arquitetônica do país. Sempre em posições estratégicas de controle regional, os dzongs atestam o passado litigioso dos diversos principados de outrora. O Punakha Dzong é dos melhores, se não o melhor. Foi sede do governo durante muito tempo, e ainda é residência de inverno do clero de Thimphu. A tarde inclui ainda uma leve caminhada per uma aldeia local, câmeras em punho. Tarde inclui ainda uma leve caminhada per uma aldeia local, câmeras em punho.

Dia 15 PUNAKHA / BUMTHANG
Partida pela manhã para Bumthang (2600 m), a leste (7 hr). Para passar de um vale a outro, a estrada volta a galgar para o passo de Pele La (3150 m), como nova foto do Himalaia e mais magnólias e rhododendros. Descendo para o vale de Trogsa (2200 m), o dzong do mesmo nome rouba toda a atenção. Imponente fortaleza por fora e labitinto de templos e prédios administrativos por dentro, Trongsa Dzong também foi sede do governo e até hoje está intimamente ligada à família real: o príncipe herdeiro é, tradicionalmente, o "senhor" do dzong. Continuação da viagem até Bumthang via mais um passo (Yotang La, 3400 m) e fim de tarde livre.

Dia 16 BUMTHANG
Literalmente no centro do Butão o vale de Bumthang é de suma importância reliiosa, abriga os templos mais antigos do país, e merece nossa atenção em detalhes, portanto, a pé. Múltiplos são nossos destinos de hoje no vale: as vila de Zugney (com seus teares rudimentares); a vilas de Prakhar e Nangar; fábricas artesanais de queijo e mel; o templo de Kurjey Lhakhang (século 8), dedicado ao Guru Padsambhava, que segundo se acredita, meditou no local. Essa é uma região remota geograficamente, mas central quanto à identidade religiosa de todo um povo. Você quer o interior de um país quase fechado ao mundo exterior vivendo um budismo medieval o quão intacto pode ele ser? Pois bem, você chegou. Se o tanto que se anda a pé neste dia lhe parecer demasiado, não desista do Butão por isso: teremos uma solução sobre 4 rodas para você.

Dia 17 BUMTHANG / PARO (3ªs, 5ªs e sábados)
Pela manhã, traslado ao aeroporto e embarque para Paro. Recepção no aeroporto e traslado ao hotel. Vale amplo, Paro abriga o segundo mais importante núcleo populacional do Butão, além de seu aeroporto internacional. Não é de hoje o controle de Paro sobre a comunicação física do Butão com o mundo exterior, já que está numa antiga rota preferencial entre a Índia e o Tibet, policiada por dzongs dignos de tal importância. À tarde, partida para o Taktsang Monastery. Alojado de forma desafiadora e inacreditável na face do rochedo, o Ninho do Tigre, como é chamado o monastério, está no local onde Padmasambhava aterrisou, tendo voado nas costas de um tigre para fundar o primeiro monastério budista do Butão. Subir ao Ninho do Tigre significa duas horas de subida a pé (ou a cavalo - opcional não incluso), além do tempo de descida. Se vale a pena? E você por acaso resiste à provocação de vê-lo lá e não subir?

Dia 18 PARO
Pela manhã, visita ao Paro Dzong e ao Museu Nacional, com seu vasto acervo sobre as diversas nuances da história e cultura do país. Tarde livre.

Dia 19 PARO
Em horário conveniente, traslado ao aeroporto e embarque de volta.

Hotéis Previstos

Kathmandu: 5 estrelas
Pequin e Lhasa: 4 estrelas
Gyantse, Thimphu, Punakha e Paro: 3 estrelas
Xegar, Nylan e Bumthang: Básica (zero estrelas)
Incluso pensão completa no Buthan e interior do Tibet. Em Pequin, Lhasa e Kathmandu, incluso apenas café da manhã.

Incluso no Pacote

- Hoteis

- Tours com guias em inglês

- Traslados

- Voos domésticos

- Seguro

 

Preço

a partir de USD 6890,00 por pessoa

Mais Informações

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