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Mianmar e Camboja Fotográficos - 2019

Camboja, Myanmar

Informações

Camboja e Mianmar, dois países exóticos que vão surpreender você, com paisagens de tirar o fôlego e culturas únicas. Uma experiência de viagem inesquecível.

Meu encanto por Mianmar tem mais de 40 anos, quando, pela primeira vez, vi uma foto de uma pedra dourada à beira de um precipício. Neste momento decidi que conheceria a Birmânia, como era então chamada. Em 1973, consegui um visto de sete dias para visitar o país. A capital, então chamada Rangum, era o ponto de partida para uma viagem a bordo de velhos trens confeccionados no tempo da colônia inglesa. Minha meta era conhecer os belíssimos templos budistas de Bagan e, óbvio, aquela pedra dourada. Mas a logística de transporte era muito complicada e, com receio de ficar bloqueado durante as chuvas das monções, em um país subjugado por uma ditadura, desisti e o visto nunca foi usado.

Em 2008, aproveitando um ano sabático – ideal para concretizar sonhos não realizados –, cumpri com a tão esperada visita à Bagan. Durante os dias que passei na planície, acordava cedo, alugava uma bicicleta, encontrava um templo alto no qual eu poderia subir e deixava o balé das cores do amanhecer acontecer. Eu havia esperado várias décadas por esses momentos inesquecíveis. Também consegui chegar ao Monte Kyaikhtiyo, onde se equilibra a Pedra Dourada, lugar sagrado para os budistas.

Quatro anos depois, em 2012, com a brisa da abertura política e o fim da ditadura militar, regressei à Mianmar, em companhia de meu filho Mikael e de outras 13 pessoas para revelar aos viajantes a beleza e a magia do país. Foram belos dias descobrindo as cores e as luzes das pagodas budistas, o festival religioso Phaung Daw Oo do lago Inle, a planície de Bagan com seus templos e a delicadeza de seus habitantes.

Na próxima viagem, marcada para outubro de 2019 para coincidir com o festival Phaung Daw Oo, adicionei ao novo roteiro a visita à Pedra Dourada de Kyaikhtiyo. Tenho certeza que o local místico e com paisagens grandiosas não irá decepcionar aqueles que participarão da jornada.

Além disso, aproveitando a proximidade do Camboja, oferecemos uma viagem adicional de três dias a Angkor Wat, o maior monumento religioso do mundo. Edificado na primeira parte do século XII como um santuário hinduísta dedicado a Vishnu, Angkor transformou-se no século seguinte em um templo budista e continua até hoje a ser um local de veneração. Esta será um jornada inesquecível!

Período

18 dias / 17 noites

Roteiro

DIA 1 -  S. PAULO – BANGKOK
Embarque no aeroporto de Guarulhos, em São Paulo. 

DIA 2 - CHEGADA EM BANGKOK (TAILÂNDIA)
Chegada em Bangkok e traslado ao hotel. Noite livre para descanso.

DIA 3 - BANGKOK
A principal razão para passar duas noites na Tailândia é descansar, se habituar ao novo fuso horário e estar com um ótimo astral para a jornada em Mianmar. Em Bangkok, teremos a opção de visitar o mercado flutuante Damnoen Saduak pela manhã e, à tarde, o Grande Palácio e o templo Wat Pho, com o imenso Buda reclinado de 46 metros.

DIA 4 - BANGKOK – YANGON
Embarque pela manhã em voo para Yangon (Rangun), principal cidade de Mianmar (antiga Birmânia). Visita à templos budistas, ao parque Kandawgwi e à pagoda Shwedagon, cujo domo principal tem 98 metros e acumula toneladas de ouro.

DIA 5 - YANGON – LAGO INLE
Embarque pela manhã em voo para Heho, de onde seguiremos para o lago Inle, uma das joias de Mianmar. Localizado entre as montanhas da província de Shan e a 880 m de altitude, o lago é a base do sustento para centenas de vilarejos que rodeiam Inle. Passeio de barco ao entardecer para fotografar os pescadores.

DIA 6 - LAGO INLE
Uma das etnias que vive às margens do lago Inle é a dos pescadores Intha. Uma de suas principais características é remar com a perna e não com os braços. Durante o dia, além de percorrer vilarejos e pagodas, também visitaremos os jardins flutuantes formados por algas retiradas do lago.

DIA 7 - LAGO INLE
Dia do Festival Phaung Daw Oo, quando a Barca Real, em forma de um cisne sagrado, retorna, depois de 18 dias, ao vilarejo Thalay, onde está situada a pagoda budista que dá nome à festa religiosa. Haverá uma procissão de barcos, todos fartamente decorados. No final do festival, haverá uma corrida de canoas: remadores, em lugar de usar seus braços, utilizam suas pernas para mover as longas canoas que podem chegar a ter até 64 esportistas. O Festival Phaung Daw Oo é o evento mais colorido e fotogênico do lago Inle.

DIA 8 - LAGO INLE – HEHO – MANDALAY
Retorno de barco até as margens do lago para traslado ao aeroporto de Heho e, de lá, voo para Mandalay, onde deveremos almoçar. Mandalay foi a última capital do Reino da Birmânia e é considerada como o coração geográfico e cultural do país. À tarde, visitaremos o vilarejo tradicional de Inwa, fundado em 1364 pelo rei Thado Minbya, assim como o monastério Bagaya, com mais de 800 anos de idade. Ao anoitecer, iremos ao monastério Shwekyin Kyaung para ouvir os cânticos – em pali, idioma litúrgico do budismo Theravada praticado em Mianmar – dos jovens monges, em um ambiente místico, quase hipnótico.

DIA 9 - MANDALAY
Pela manhã, iremos ao vilarejo Amarapura onde está a ponte U Bein, uma longa estrutura de madeira que cruza o lago Taungthaman. Logo após, conheceremos Sagaing, que foi capital do Reino Sagaing até o ano 1364. Hoje o local alberga dezenas de monastérios budistas, como a pagoda Soon Oo Ponya Shin. Depois do almoço, visitaremos o monastério Shwenandaw, cujas portas e janelas são finamente esculpidas e uma referência da arte birmanesa. Para terminar o dia, subiremos até o topo da colina Mandalay para o pôr do sol.

DIA 10 - MANDALAY – BAGAN
Pela manhã, traslado ao aeroporto de Mandalay para voo doméstico à Bagan. Povoada desde o século II e fortificada a partir do século XI, Bagan foi a capital de um próspero império, responsável pela construção de 10 mil templos e pagodas. Hoje, ainda existem mais de 2.000 monumentos religiosos, o que faz de Bagan um dos locais com maior densidade de templos do mundo. Os templos não são apenas impressionantes vistos do exterior, com linhas arquitetônicas únicas, como também em seu interior. No primeiro dia visitaremos a pagoda Shwezigon, o templo Kybyaukgi (com pinturas em seu interior) e o templo Htilominlo de 1218 de três andares. Iremos em uma carruagem de cavalos até o templo Ananda, um dos mais belos de Bagan, construído em 1090. Tanto o amanhecer como o entardecer são momentos mágicos para fotografar as silhuetas dos templos.

DIA 11 - BAGAN
Uma das experiências mais encantadoras em Bagan será realizar um sobrevoo de balão, revelando a dimensão e a grandeza das centenas de construções. Durante a manhã, visitaremos o vibrante mercado local Nyaung Oo, o vilarejo tradicional Min Nan Thu e o templo Nandamanya. Á tarde, descobriremos diferentes ângulos de Bagan, como os templos Manuha (de 1067) e Nanpaya, de influência hinduísta.

DIA 12 - BAGAN
Em função dos serviços da empresa de balões, teremos neste dia uma segunda opção de voar, caso o voo no dia anterior não seja realizado. Após o café da manhã, faremos uma curta viagem pela planície de Bagan e chegaremos na base do Monte Popa, cujos templos estão situados no topo de um rochedo vulcânico e são considerados como o lugar sagrado dos 37 Grandes Nats (espíritos animistas), venerados em sincretismo com o budismo. Não é difícil subir os 777 degraus até o cume do Popa e a experiência vale a pena. Para se despedir de Bagan, assistiremos a mais um pôr do sol na planície dos templos.

DIA 13 - BAGAN – YANGON - MONTE KYAIKHTIYO
Pela manhã, realizaremos o voo de Bagan a Yangon. Do aeroporto, embarcaremos em uma van para percorrer os 200 km que nos separam do Monte Kyaiktiyo, passando por vilarejos e áreas rurais. A montanha recebe milhares de peregrinos budistas que chegam para colocar folhas de ouro na imensa rocha que parece se equilibrar na borda do penhasco. Como carros particulares não podem subir no monte, o último percurso deverá ser realizado em uma caminhoneta aberta, junto com os fiéis, e também a pé. Chegaremos no topo da Pedra Dourada a tempo para ver os rituais vespertinos e o pôr do sol. Este será uma das experiências mais espetaculares da viagem.

DIA 14 - MONTE KYAIKHTIYO – YANGON – BANGKOK
Subiremos mais uma vez ao Monte Kyaikhtiyo cedíssimo pela manhã para fotografar o nascer do sol na Pedra Dourada, enquanto ouvimos os cânticos dos monges budistas. Neste momento estaremos começando a nos despedir de Mianmar. A partir daí, desceremos o monte e embarcaremos na van que nos levará diretamente ao aeroporto de Yangon. Embarque no voo para Bangkok, onde viajantes que desejam regressar farão a conexão com o voo da Ethiopian Airlines que sai de madrugada. Para os viajantes que quiserem passar três dias adicionais em Angkor Wat, no Camboja, embarque no último voo para Siem Reap.

DIA 14 - BANGKOK – SIEM REAP (CAMBOJA)
Após a queda abrupta em 1432 do império Khmer – responsável pelas edificações de Angkor –, centenas (e talvez até milhares) de templos hinduístas e budistas entraram em uma verdadeira hibernação tropical. As construções, armadas pela justaposição de enormes blocos de pedras, foram castigadas pelas chuvas das monções. A água e o calor do sudeste asiático provocaram o crescimento rápido de uma vegetação densa e generosa. Tetos e paredes passaram a servir de suporte para trepadeiras, arbustos e árvores. Em busca da luz, raízes e galhos abriram fendas entre as pedras e foram responsáveis por desarmar o que os arquitetos Khmer haviam montado com habilidade a partir do século XII. Vários organismos internacionais trabalham há décadas para reconstruir o complexo de Angkor. As reconstruções são indispensáveis para manter edificações com mais de oito séculos de idade em bom estado. Mas um dos maiores atrativos em Angkor será conhecer templos como Ta Prohm, Preah Khan e Beng Mealea, ainda dominados pela vegetação, com enormes raízes tomando conta do ambiente.

DIA 15 E 16 – ANGKOR WAT
Durante os três dias que passaremos no complexo arquitetônico, visitaremos uma grande diversidade de monumentos, dentro e fora das muralhas, como Beng Mealea. Se Angkor Wat é o “Templo”, Angkor Thom é a “Cidade” – mas não apenas uma cidade, mas a Grande Cidade. Foi a última e a mais duradoura capital do império Khmer, estabelecida pelo rei Jayavarman VII no final do século XII (ou seja, meio século mais tarde que Angkor Wat). Seu traçado é inconfundível: um quadrado direcionado aos quatro pontos cardeais, cujos lados medem três quilômetros de extensão. Dentro do recinto de nove quilômetros quadrados, protegido por muralhas de oito metros de altura, existiam prédios oficiais, mas também canais de irrigação, plantações de arroz e moradias que sustentavam cerca de 100 mil pessoas. Nas últimas duas décadas, Angkor Wat passou de um lugar misterioso tomado pela floresta a uma das atrações turísticas mais importante da Ásia, tão admirável como o Taj Mahal na Índia ou a Grande Muralha na China. Hoje, quase dois milhões de visitantes chegam a Siem Reap para descobrir as estruturas elegantes de um complexo de centenas de templos e pagodas que se espalham por uma área de 150 quilômetros quadrados.

DIA 17 – ANGKOR WAT – SIEM REAP – BANGKOK
Pela manhã, visita ao lago Tonle Sap, alimentado pelo rio Mekong. A região é uma das mais produtivas do Camboja e, no passado, teria servido como base para o império Angkor. Visitaremos camponeses e pescadores que habitam nas margens de Tonle Sap para melhor entender a vida rural no Camboja, assim como os desafios ambientais da região. Depois do almoço, traslado ao aeroporto para embarcar em voo no final da tarde para Bangkok, onde os viajantes farão a conexão com o voo da Ethiopian Airlines que sai de madrugada.

DIA 18 – BANGKOK – SÃO PAULO
Com conexão em Adis Abeba, voaremos de volta ao nosso país.

Incluso no Pacote

Hospedagem em apartamento duplo em Mianmar e em Bangkok; todas as refeições diárias em Mianmar; guias locais; transporte local em van; traslados aeroportos-hotel em Mianmar e em Bangkok; entradas em monumentos; 4 voos domésticos em Mianmar; visitas em Bangkok; álbum de fotografia produzido depois da viagem; exemplar autografado de “Luzes da África”; acompanhamento fotográfico por Haroldo Castro.

Observações

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